terça-feira, 14 de janeiro de 2014

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Curitiba e a História

Casa Romário Martins
Nathalia Cavalcante


Entre os prédios tombados, de Curitiba, é importante destacar a Casa Romário Martins, construção do século XVIII - o último exemplo da arquitetura colonial portuguesa da cidade -, desde 1973 é um centro cultural, tombado em 1971. Outro prédio relevante na história curitibana foi o Gymnasio Paranaense, edificação típica de prédios públicos da época. A construção de 1904, é desde 1965, sede da Secretaria do Estado da Educação e Cultura, tombado em 1977. O prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), localizado na Praça Santos Andrade, começou a ser construído em 1913, um ano depois da fundação da Universidade, onde estão instalados os cursos de Direito e Psicologia, a conclusão das obras, no atual estilo neoclássico aconteceu, em 1955, e também, tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná. 
Interior Prédio Histórico UFPR



Exterior Secretaria do Estado da Educação e Cultura



segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

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1984


O vídeo "1984" foi realizado como meio de representar alguns trechos da história que marcaram minha infância e, por fim, minha paixão pelo cinema. Aqui, apresento fatos do contexto político brasileiro e, até mesmo mundial, como a queda do muro de Berlim. Lembranças de fatos importantes que me ajudam, constantemente, a pensar sobre tudo o que acontece ao meu redor. Nasci em 1984, em um Brasil em busca da abertura política lenta e gradual. Lembro de ver na televisão as bombas da Guerra do Golfo (1990 - 1991), um pouco antes disso, acontecia a Copa do Mundo. Não gostava de assistir. No auge dos meus seis anos, não queria saber de futebol, gostava mesmo dos desenhos desse período. E, claro, meus filmes preferidos do tempo de criança: "Os Goonies", "As aventuras do Barão de Munchausen", "Edward - Mãos de Tesoura" e por aí vai. Nessa época não imaginava que seria grande admiradora do diretor Tim Burton, pois ainda não me ligava em nomes de diretores, atores. Meu interesse era embarcar no enredo e me deixar levar pelo o que estava vendo na tela. Confesso que sou difícil de chorar ao ver uma cena, mas é impossível não derramar uma lágrima ao contemplar "Cinema Paradiso". Concordo plenamente com Amélie quando cita suas reações ao ir em uma sala de cinema e em algumas situações da vida que, infelizmente, complicamos tanto. Por que não viver sem pressa e rir de si mesmo?
1984 from Nathalia Cavalcante on Vimeo.

domingo, 15 de dezembro de 2013

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O Nome da Rosa

Nathalia Cavalcante

    O filme “O nome da Rosa”, de 1986, do diretor Jean-Jacques Annaud, é baseado no livro de mesmo título de Umberto Eco. A obra fílmica retrata – por meio de uma investigação realizada por franciscanos –, as questões religiosas embebidas em símbolos e sígnos. William de Baskerville (Sean Connery), nomeado como “Mestre”, por um noviço que o acompanha, Adso Von Melk (Christian Slater), se mobiliza para desvendar um mistério que cerca as mortes de monges em um mosteiro italiano beneditino.
   O ano é 1327, o período concentra os mecanismos realizados pela igreja, como meio de alienar a população, tendo como segundo escopo, o temor de quem ousasse contrariar as imposições. Nesse momento histórico, indulgências eram ‘vendidas’. A inquisição pregava a negação ao que não condizia às normas eclesiásticas; e os que cometiam atentados às regras eram queimados, ainda vivos.

sábado, 14 de dezembro de 2013

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MEU TIO

  Nathalia Cavalcante

   O filme apresenta o mundo paralelo de Monsieur Hulot, personagem do próprio diretor. Esse, tido com um solteirão e sem emprego, dá vida à obra cinematográfica que discute a construção da tecnologia, já na década de 1950, quando foi lançada. O sobrinho de Hulot, chamado Gerard (Alain Bécourt), um menino de aproximadamente oito anos, o segue e prefere a sua companhia a dos pais. A casa onde vive é um exemplo futurístico, com aparelhos tecnológicos que suprem as ações humanas; fazendo com que, de certo modo, sejam até mesmo reprimidas.
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Moça com brinco de pérola

    Nathalia Cavalcante

   A obra intitulada “Moça com brinco de pérola”, dá vida, em 2003, ao longa-metragem de Peter Webber. O enredo se passa, em 1665, ano em que Johannes Jan Veermer produz a tela, em Delft, Holanda. O diretor revela, com intensidade, o comportamento de Veermer diante da repulsa à crise encabeçada por sua sogra, Maria Thins (Judy Parfitt). O artista possuía uma maneira própria de trabalho, por isso, raramente, iniciava uma obra na sequência do término de outra.
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A ronda da noite

Nathalia Cavalcante

Peter Greenaway, em “A ronda da noite”, de 2007, exibe a passagem de tempo que expressa a criação da obra que cristalizou a Companhia de Franz Banning Cocq. A partir disso, constata-se que a fotografia do filme alia-se à dada obra do artista, adotando o contraste entre luz e sombra, sendo em sua maioria, planos em que as ações são realizadas com iluminação amena, para valorizar a arte de Rembrandt e evidenciar uma das obras mais importantes de seu trajeto artístico.
O filme expressa de modo contundente a representação da história que cerca a obra “A ronda da noite”, em um ambiente pictórico, como se a encenação estivesse sendo exposta dentro de uma pintura. Greenaway transporta o espectador à Holanda, de 1642. Ano em que foi realizada a pintura. O diretor faz uso do espaço teatral para enredar o espectador às indagações de Rembrandt, como na primeira cena em que o protagonista acredita estar cego e a plateia o rebate, pedindo para que abra os olhos.  A coreografia cênica induz à reprodução de diferentes telas. Por isso, o filme explora planos que se assemelham à concepção dessa arte.
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CARAVAGGIO

   Nathalia Cavalcante

Amor Vincet Omnia (1602 - 1603)
  O filme de Derek Jarman apresenta o trajeto de Caravaggio até o reconhecimento, ocorrido por intermédio do acolhimento de representantes da Igreja Católica. Por consequência, o artista concebe em suas obras a religião, porém a envolvendo com aspectos sociais, já que o artista procurava representar em suas obras pessoas comuns, oriundas de uma condição de vida humilde. O longa-metragem apresenta Caravaggio em três períodos diferentes: a infância (Noam Almaz), a juventude (Dexter Fletcher) e a fase adulta (Nigel Terry). O diretor adotou a narrativa não-linear.  Dessa forma, Caravaggio inicia a trama em uma cama, duranteum resquício de vida. A partir disso, o protagonista envolve a história por meio de sua narração. Assim, Jarman apresenta a vida de Caravaggio contada por meio de flashbacks, em que o artista narra e conduz a trama até o auge, quando se tornou um artista de renome.
   Nesta obra fílmica são evidenciadas as cores constantes na pintura desse ícone. O vermelho recebe destaque principal, sendo possível de relacioná-lo à energia adotada em torno de seu feito artístico e até mesmo a dramaticidade ilustrada, também, no comportamento e na realidade íntima do artista. O diretor, aqui, se atém unicamente ao protagonista, sua obra e comportamento.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

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Intensidade feminina

Almodóvar revela histórias de mulheres que passam por altos e baixos como em um flamenco

Nathalia Cavalcante

Raimunda, personagem de Penélope Cruz
   Em 121 minutos, mais uma vez é possível prestigiar as cores de Pedro Almodóvar, em Volver, de 2006. O terceiro filme com Penélope Cruz traz a atriz espanhola no papel de Raimunda, mãe de Paula, uma adolescente de 14 anos. A dedicação de Raimunda faz com que ela trabalhe, incansavelmente, para manter a casa. Como se isso não bastasse, seu marido, Paco, tenta abusar sexualmente de sua filha. A menina, em legítima defesa, assassina o homem. Depois dessa morte, mãe e filha unem-se ainda mais.
   Soledad, a Sole, é irmã de Raimunda, e abriga Irene. A mulher é a mãe das irmãs que, até então, acreditavam piamente na morte dessa personagem.  A volta de Irene faz surgir revelações do passado. A partir daí desvendam-se segredos de família. Mesmo com essas tragédias, o diretor apresenta a trama com humor. Volver tem um enredo vivo, com personagens intensas. Cada uma com uma história própria e forte, com razão para estarem ali.
Irene e Raimunda
   Assim como em Kika (1993), Tudo sobre minha mãe (1999) e Fale com ela (2002), Almodóvar traz uma história atípica, porém com a sua característica espanhola de contar. Volver, assim como o próprio título já revela, é uma narrativa de voltas, sejam elas boas ou ruins, mas que na verdade, a intenção é colocar tudo em seu devido lugar. Por isso, nada mais propício que uma volta inesperada e inusitada, a la Almodóvar.
   A mãe que retorna da morte é interpretada por Carmem Maura. A atriz, veterana em filmes de Almodóvar, depois de 17 anos longe dos sets do diretor, encarna essa matriarca que havia deixado as filhas, por ter provocado uma reviravolta no passado. Esse motivo avassalador tem ligação direta com Raimunda que, até reencontrar a mãe, guardava mágoas. No entanto, o “fantasma” de Irene reaparece para esclarecer as adversidades ocorridas, que a fez desaparecer.

quinta-feira, 21 de março de 2013

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Meninas

  Nathalia Cavalcante        

           Antecipar uma fase da vida. Essa poderia ser a frase de quatro adolescentes que dão vida ao documentário “Meninas”, de 2006, dirigido por Sandra Werneck. Na tela, as meninas apresentam suas histórias, cada uma com suas particularidades. O título evidencia não somente a idade, mas também as constantes interrogações que rondam os pensamentos dessas, que poderiam continuar com as ansiedades corriqueiras da adolescência. Porém, a maternidade tomou lugar dessas preocupações.
            A periferia do Rio de Janeiro é o ambiente que conduz o enredo. Cada personagem é revelada, ao longo de um ano. A gestação trouxe mudanças, a um espaço ocupado pela rotina costumeira de quem sonhava com o futuro, ainda. No entanto, um trecho desse tempo próximo havia se adiantado e, com isso, as adaptações tiveram de ocorrer, sem contestações, pois a situação não permitia.
Luana, 15 anos. Sem a presença do pai, precisou ajudar a mãe a cuidar das quatro irmãs. A responsabilidade se acumulou mais uma vez. Segundo Luana, a gravidez era esperada, o casamento não foi desejado por ela, bastava que estivessem juntos. Ela esperava retribuir a mãe o esforço recebido. Evelin, 13 anos. Mesmo grávida não deixou de frequentar o baile funk. A escola ficou para trás, na quinta série. Ela, não escondia a sua paixão pelo namorado. Ele, havia se afastado do tráfico de drogas. Os pais são separados, ela mora com a mãe e um irmão, o pai, que trabalha como motoboy, acredita que falharam na educação de Evelin, por isso a menina engravidou.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

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Cinema Comentado

O trash que virou cult

A história do considerado, pior diretor de cinema, estampada nas telas por Tim Burton

Nathalia Cavalcante
            Divertida e singular! Essa é a trajetória de Ed Wood. O cineasta, que recebeu da crítica a nomeação de pior diretor, intitula o filme, de 1994, de Tim Burton. Estrelado por Johnny Depp, no papel do diretor de cinema que acreditava em seu talento, o enredo apresenta a busca de Wood pelo reconhecimento. Para creditar a época, da década de 1950, em que se passa a ação, Burton optou pelo preto e branco, na mesma sintonia do verdadeiro Wood.
            Antes de acreditar em sua competência, a personagem revela a sua admiração pela arte. A princípio, o teatro foi o escolhido, mas o cinema fisgou o aspirante a diretor. As falhas não eram levadas em consideração. Para ele, tudo estava perfeito! Um take era o bastante.
A primeira experiência foi em Glen ou Glenda? A história de um homem que gostava de se vestir com roupas femininas. O roteiro do próprio Ed Wood, na verdade era um auto-retrato. Ele e sua esposa, interpretada por Sarah Jessica Parker, atuaram no filme.  O protagonista ficou por conta do próprio diretor, à vontade no papel. O enredo confuso resgata Bela Lugosi do esquecimento, considerado morto por muitos, o ator húngaro, que interpretou o Conde Drácula, em 1931, firmou parceria com o novo amigo.
           Essa primeira iniciativa repercutiu entre risos e desprezo. Mas, a história de Ed Wood nos estúdios, estava começando, apenas. Desistir, jamais. Com isso, nasce, por acaso, A Noiva do Átomo, novamente sem nexo. Posteriormente, recebe o título, A Noiva do Monstro, assim melhor denominado pelos distribuidores conquistados por Wood. Mesmo assim, a recepção não foi das melhores. Daí veio a derradeira história: Plano 9 para o Espaço Sideral. Dessa vez, naves espaciais ganham espaço no roteiro do diretor.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

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Em pedaços

Nathalia Cavalcante

quarta-feira, 6 de junho de 2012

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Cinema Comentado


Solidão em conflito
A sociedade e sua rede de aparências em uma crítica de Scorsese

Nathalia Cavalcante


            A palavra “trama” cabe muito bem a Taxi Driver. O filme de Martin Scorsese foi às telas de cinema, em 1976, e enredou o público em uma história de conflito pessoal de um jovem Robert De Niro, dono de umas das personagens mais enigmáticas: Travis Bickle. O motorista de taxi, de 26 anos, sofre com insônia constante, e é incomodado com a sujeira da cidade. A imundície referenciada por Travis não está, necessariamente, no lixo das ruas, mas sim, nas pessoas, no modo como encaram a vida. A crítica é direcionada a sociedade.
            A solidão que acompanha a rotina de Travis, ao passo que poderia trazer momentos de calma, para ele, é um período de inconformismo e agitação, já que não se encontra naquela sociedade suja. É evidente que ele busca uma inserção, seja na roda de conversa de seus colegas de trabalho, ou em um encontro frustrante, com Betsy, uma jovem que trabalha no comitê de Palantine, um candidato à presidência que promete, com veemência, realizar mudanças na sociedade. Mesmo assim, Travis não consegue uma inserção efetiva.
            Os dias passam, vagarosamente, para ele. Não há o que fazer. Mas, a inquietação o deixa cada vez mais decidido a tomar uma atitude. E, assim, a mudança começa a ser gerida. O estopim é o encontro inesperado com Iris, uma garota de 12 anos, interpretada por Jodie Foster, no seu segundo filme com Scorsese. A jovem, transtornada, entra no táxi de Travis, porém, Sport, a retira do carro, joga uma nota de dinheiro amassada, e pede para que ele esqueça aquela cena. No entanto, Travis não se conforma com o que presenciou e por alguns dias a segue. A missão, a partir daquele momento, era “limpar a cidade”. Para ele, o que poderia tirá-lo daquele desconforto, era fazer justiça com as próprias mãos. Depois de comprar um verdadeiro arsenal de um caixeiro, Travis mergulha em seus questionamentos.

sábado, 26 de novembro de 2011

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O Orfeu do cinema



Um recorte do carnaval carioca na tela, em meio ao drama que enredou as personagens
      Em 1959 chega às telas o longa-metragem ítalo-franco-brasileiro “Orfeu Negro”, do diretor francês Marcel Camus. O enredo é baseado na peça teatral “Orfeu da Conceição” de Vinícius de Moraes. O então diplomata, conhecido por suas poesias e composições, foi responsável pela tradução da obra. Camus e Jacques Viot a adaptaram para o roteiro cinematográfico.
Orfeu Negro, de Marcel Camus
      A história dramática do casal Orfeu e Eurídice foi transportada da mitologia grega à arte dos palcos e, na sequência, para o cinema. O romance entre as personagens é mantido à moda carioca. O Orfeu do cinema é um compositor, que canta ao som de seu violão. Para os meninos que o acompanha, ele é o responsável pelo nascer do sol. Assim como na mitologia, o dom musical é vigente e encantador para quem aprecia as melodias do protagonista. Na mitologia o instrumento musical é a lira, que representa a musicalidade de Orfeu.
      A versão carioca apresenta uma das características do país: o carnaval. No período em que o filme foi realizado, as escolas de samba ainda caminhavam sem propósitos como as de hoje, e desfilavam somente para diversão. Elas estavam mais próximas aos blocos de carnaval, muito diferente dos holofotes direcionados a essa manifestação cultural, em que celebridades se misturam à comunidade e, muitas vezes, ofuscam a presença de quem vive a realidade do dia a dia do local onde vivem.
     

quinta-feira, 14 de julho de 2011

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Cinema Comentado



Entre os muros da escola, de Laurent Cantet, é um filme frânces que aborda a relação entre alunos e professor.
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Cena Clássica

A primeira e última cena do filme Cidade de Deus, de Fernando Meirelles.

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Tá na trilha!

Quase sem querer, de Renato Russo, na voz de Maria Gadú. A música foi regravada, especialmente, para o filme Desenrola, de Rosane Svartman.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

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Na poltrona!

Histórias Extraordinárias

Nathalia Cavalcante

No início deste ano estreou nas telas brasileiras “Lixo Extraordinário”. O documentário, de 90 minutos, apresenta o Jardim Gramacho, um dos maiores aterros sanitários do mundo, localizado na periferia do Rio de Janeiro. A diretora inglesa Lucy Walker e os codiretores brasileiros João Jardim e Karen Harley registram, em dois anos, de 2007 a 2009, o artista plástico brasileiro Vik Muniz realizando seu trabalho fotográfico. A princípio os catadores de materiais recicláveis – assim sempre lembrada a denominação da função pelo presidente da Associação dos Catadores de Reciclagem do Jardim Gramacho, Tião –, seriam apenas retratados. No entanto, a missão tomou um novo rumo quando Vik conheceu a história de cada uma das personagens.

sábado, 19 de março de 2011

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Cinema Comentado

O Continuísta

No Zoom, a continuista Florence Weyne Robert fala sobre seu trabalho e os erros mais comuns de continuidade. Esse profissional é tão importante num set, que o resultado do filme pode depender de sua atuação.

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Valorizando a Arte!

Curitiba, a cidade de Poty Nathalia Cavalcante Colaboração Cinevídeo 1 Fotto: Lina Faria
Napoleon Potyguera Lazzarotto, conhecido apenas como Poty Lazzarotto, nasceu no dia 29 de março de 1924, aniversário de Curitiba. O cidadão do mundo viveu 74 anos, vindo a falecer no dia do artista plástico, em oito de maio de 1998. Poty começou a desenhar com quatro anos, por iniciativa de seu pai, o italiano Issac Lazzarotto. Aos cinco anos, já havia tomado gosto pelas histórias em quadrinhos. Quando jovem, o artista curitibano trabalhou em um cinema, seu primeiro emprego. Lá carregava latas de filmes, com isso, podia assistí-los gratuitamente. Com 14 anos de idade começou a produzir suas próprias histórias em quadrinhos. Assim, passou a publicar no Diário da Tarde, em seis capítulos, Haroldo – O homem relâmpago. Posteriormente, abriu um concurso de legendas para seus quadrinhos, no qual alunos de escolas públicas e particulares puderam participar.
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Na poltrona!

Adrenalina high tech

Nathalia Cavalcante

É possível imaginar que haveria a possibilidade de um homem ser obrigado a manter distância de lojas de aparelhos eletrônicos? A probabilidade de econtrar casos como esse aumentaria, se ocorresse nas telonas. E, se esse empecilho é o resultado de descobertas realizadas nas operações tecnológicas do FBI, a situação pode piorar. O mundo digital fez com que o hacker Stanley Jobson, personagem de Hugh Jackman, em A senha – Swordfish, se tornasse refém deste meio. Envolvendo ação e tecnologia, o filme revela que a era ciber pode ser perigosa.
Em um cenário que envolve ambição e anseio de retomar a guarda da filha, Jobson entra em um jogo, em que a vantagem sobre os outros e o dinheiro impediram. Mesmo com a proibição imposta, o hacker não encontra outra alternativa, e aceita conversar com Gabriel Shear, vivido por John Travolta. O pedido foi realizado por intermédio de Ginger, a misteriosa cúmplice de Shear, que Halle Berry interpreta.