domingo, 24 de outubro de 2010

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Espaço Porta Curtas

Janela Aberta

Gênero Ficção
Diretor Philippe Barcinski
Elenco Enrique Diaz, Eugênio Puppo
Ano 2002
Duração 10 min
Cor Colorido
Bitola 35mm
Local de Produção: SP
País Brasil

Um homem tenta lembrar se fechou uma janela. A Jornada de um simples fato em uma mente turbulenta.



Prêmios
Melhor Curta no Chicago International Film Festival 2003
Melhor Montagem no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2002
Melhor Montagem no FAM - Florianópolis Audiovisual Mercosul 2003

Festivais
Edinburgh Intl.Fest. 2003
Festival de Cannes 2002
Festival do Rio 2003
Festival do Rio BR 2003
Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte 2003
Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2002
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Cinema Comentado

O surrealismo de David Lynch

Filmes em que a subjetividade impera. Cenas, digamos, “estranhas” delineiam as tramas desse cineasta, um dos mestres do surreal atual.

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Cena Clássica

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

O título já diz tudo! A vida da personagem Amélie é uma verdadeira fábula, repleta de situações encantadoras, que surpreendem e emocionam a cada cena.

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Valorizando a Arte!

Ao som de Waltel Branco
Texto: Nathalia Cavalcante
Colaboração Cinevídeo 1

O maestro, compositor e arranjador Waltel Branco nasceu no dia do músico, em 22 de novembro de 1929, em Paranaguá, Paraná. Por seu pai ser militar, a família Branco teve de se mudar para o Mato Grosso. Waltel ingressou no Seminário de Campo Grande, onde conheceu alguns instrumentos. Em Curitiba, formou uma jazz-band com Gebran Sabbag, no piano. Em 1949, foi para o Rio de Janeiro. Entre suas passagens, destacam-se Cuba, Nova York, Paris e Roma, onde lecionou na Escola de Santa Cecília. Quando esteve no Uruguai, permaneceu na Embaixada Brasileira, cujo embaixador era Vinicius de Moraes. Durante 35 anos compôs trilhas para novelas da Rede Globo, onde exerceu o ofício de maestro arranjador e supervisor. Um dos grandes compositores brasileiros, Djavan, recebeu das mãos de Waltel seu primeiro violão e, com muito orgulho, se apresenta com o instrumento até hoje!
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Fora da sala!


Profissionais do Grupo RPC avaliam Campanha Voto Consciente

Diego Silva
Nathalia Cavalcante

A campanha Voto Consciente, da Rede Paranaense de Comunicação (RPC) chega ao fim das eleições com os resultados positivos e negativos da iniciativa. Neste ano os paranaenses tomaram conhecimento de fatos que os levaram às ruas, em busca de respostas para os atos ocorridos no cenário político do Estado. Em ano eleitoral, nada mais propício que ter consciência para quem direcionar o voto.
Depois de várias mostras de candidatos e mais candidatos que fazem uso de veículos de comunicação para promover suas respectivas campanhas políticas, os paranaenses se deparam com um grande dilema: Em quem votar, afinal? O esclarecimento do caminho político percorrido pelos aspirantes a representantes da população é essencial para que os eleitores possam, em até dois minutos, participar de uma das decisões mais importantes para o futuro da nação. Escolher o próximo governante não é uma atitude meramente burocrática, vai além disso; é a prova de que o cidadão pode, enfim, mostrar-se presente na política Estatal.
No último domingo, dia 3, os paranaenses foram às urnas para registrarem seus votos. Em todo o Paraná, 84% dos eleitores compareceram às seções eleitorais.
De acordo com a jornalista da Gazeta do Povo, Aniela Almeida, a iniciativa da RPC teve um papel relevante para o esclarecimento dos eleitores, porém a população ainda precisa se posicionar melhor. “O Voto Consciente foi uma importante ferramenta para o eleitor, apesar de acreditar que a Gazeta do Povo tenha cumprindo seu dever com o interesse público, há ainda muito para ser mudado na sociedade”, ressalta.
A jornalista acrescenta que a sociedade ainda não está totalmente conscientizada, já que os eleitores passaram por anos de desinformação. “Desde a redemocratização do país, a escolha de candidatos aconteceu de forma equivocada, pelos motivos errados”, lembra. Apesar disso, depois de presenciar ações lamentáveis dos políticos, a população começou a pensar a respeito dos próximos representantes. “Só agora, os eleitores começaram a perceber que são eles mesmos que sofrerão as consequências por uma escolha ruim. Ainda estamos engatinhando dentro do que chamamos de democracia”, acredita.
Os eleitores estão passando por um processo, em que informações e conscientização andam de mãos dadas. Porém, para Aniela, há muito o que mudar. “Temos muito a amadurecer: Sociedade, políticos e meios de comunicação, além de precisarmos de uma grande reforma política”, reforça.

sábado, 23 de outubro de 2010

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Ensaio Fotográfico

O que o vermelho pode significar?

“O vermelho pode ativar o sistema de alerta da pessoa e influenciar na forma como ela pensa ou faz algo”.
The New York Times
06/02/2009

Atenção












Proibido
















Atração













Energia












Alegria













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Tá na trilha!

Cantando na chuva (Singin'in the Rain) de 1952, dirigido por Gene Kelly e Stanley Donen. Na cena Gene Kellly dança e canta ao som da música que intitula o filme. Foto: Adoro Cinema.


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Na poltrona!

À espanhola
Texto: Nathalia Cavalcante
Fotos: Adoro cinema

Em 2008, mais uma vez Woody Allen apresenta uma surpreendente comédia dramática – Vicky Cristina Barcelona. Dessa vez o cenário é a envolvente paisagem espanhola, lugar onde duas amigas estadunidenses, Scarlett Johansson, como Cristina e Rebecca Hall, como Vick, desembarcam para passarem as férias. Lá, conhecem um artista plástico sedutor, Juan Antonio, vivido por Javier Bardem. Em um restaurante, o artista, cheio de atitude, usufrui de suas habilidades espanholas para fazer uma proposta inusitada às turistas. No desenrolar da história surge a desvairada Maria Elena, ex-esposa de Juan, intepretada por Penélope Cruz, que faz uma reviravolta na vida das personagens. Penélope Cruz ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante com esta obra-prima de Woody Allen.