sexta-feira, 6 de agosto de 2010

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Fora da Sala!

I Bienal do livro de Curitiba

Quem não foi, pode conferir agora o que rolou!
Nesta matéria, você vai ver os leitores que frequentaram a Bienal.
Ficha técnica:
Repórter: Diego Henrique da Silva
Pauta/Repórter cinematográfica: Dilair Queiroz
Editora: Nathalia Cavalcante



A I Bienal do livro de Curitiba aconteceu no Expo Unimed de 27 de agosto a 4 de setembro de 2009. O público pôde prestigiar filmes, oficinas, além disso, conhecer seus escritores preferidos, tais como: Moacyr Scliar, Carlos Heitor Cony, Marília Pêra, Léo Lins, Reinaldo Domingos, José Carlos Martins, Rubens Alves, Domingos Pellegrini, Sérgio Klein, Raimundo Carrero, João Gilberto Noll, Cristóvão Tezza, Miguel Sanches Neto, Ivan Junqueira, Regina Zilberman, Antonio Cícero, Fabrício Carpinejar, Pedro Bandeira, Carlos Herculano Lopes, Clarah Averbuck, Glaucia Brito, Paulo Negri, Geraldo Almeida, Francisco Pimpão, Luis Andrioli, Ruy Castro, Arnaldo Bloch, Camila Iuspa, Antonio Carlos Secchin, Fernando Gomes de Morais, Nelson H. Vieira e Wander Melo Miranda.

A seguir, a matéria apresenta os diferentes espaços da Bienal.

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Espaço Porta Curtas

Barbosa

Gênero Documentário, Ficção
Diretor Ana Luiza Azevedo, Jorge Furtado
Elenco Antônio Fagundes, Pedro Santos, Victor Castel
Ano 1988
Duração 12 min
Cor Colorido
Bitola 35mm
País Brasil
Local de Produção: RS





Ficha Técnica
Produção Nora Goulart, Gisele Hilt Fotografia Sérgio Amon Roteiro Ana Luiza Azevedo, Jorge Furtado, Giba Assis Brasil Edição Giba Assis Brasil Direção de Arte Fiapo Barth Trilha original Geraldo Flach

Prêmios
Melhor Edição no Festival de Gramado 1988
Melhor Filme de Ficção no Festival Internacional de Havana 1988

Festivais
Sundance Film Festival 1991
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Na poltrona!

Silêncio no set!

Texto: Nathalia Cavalcante
Fotos: Cine Players


O filme A noite americana (La nuit américaine), de 1973 do cineasta francês François Truffaut é uma verdadeira homenagem ao cinema. O longa-metragem de 115 minutos mostra com fidelidade como é um set de filmagem, os problemas e soluções realizadas pelos profissionais para que a produção siga adiante. A trama se passa durante as gravações de um filme intitulado “A chegada de Pamela”, no qual Truffaut atua como o diretor Ferrand. Além de Truffaut, Jaqueline Bisset atua como Julie, uma atriz americana famosa que interpreta Pamela. A noite americana venceu, em 1974 o Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro. Para os cinéfilos de plantão é uma ótima pedida para o fim de semana. Obs.: Usa-se o termo noite americana em cenas, que o dia deve ser transformado em noite artificialmente. (cineplayers)
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Cenas Clássicas

Verônica apresenta a violência sem velar fatos. A violência que, infelizmente, é uma cena clássica da vida real.

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Cinema comentado

Os bastidores de "Tudo sobre minha mãe", de Pedro Almodóvar.

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Tá na Trilha!

“The Sound of Silence” e “April Come She Will”, de Simon & Garfunkel, duas músicas da trilha sonora de “A primeira noite de um homem”, expressam as emoções de Benjamin, personagem de Dustin Hoffman.

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Valorizando a Arte

Essência curitibana


Paulo Leminski

Texto: Nathalia Cavalcante
Colaboração: Cinevídeo


Filho de pai polonês e mãe negra, o poeta Paulo Leminski nasceu em Curitiba, no dia 24 de agosto de 1944. Desde os sete anos de idade, as poesias começaram a fazer parte de sua vida. A avó guardava os seus poemas, desde os primeiros. Dono de uma escrita singular preferia escrever poemas breves, haicais (poemas de três versos, que valorizam a concisão e a objetividade), trocadilhos ou brincava com ditados populares. Aos 12 anos mudou-se para São Paulo, passando um ano no Monsteiro de São Bento. Lá aprendeu canto gregoriano, seu primeiro contato com a música. Em 1963, conheceu os poeta Haroldo de Campos e Décio Pignatari na Semana Nacional de Poesia de Vanguarda. Neste momento, se integrou ao Concretismo, movimento de rompimento dentro da literatura brasileira. Leminski é retratado e considerado como um dos principais autores da literatura contemporânea brasileira. A poesia o desvencilhou da Faculdade de Letra e Direito e se inseriu na Poesia Marginal, assim chamados os poemas publicados em revistas alternativas. O romance Catatau, de prosa experimental, assim definido pelo poeta, foi publicado em 1975. Em 1995 ganhou um prêmio póstumo, Jabuti de poesia, pelo livro Metamorfóse, uma viagem pelo imaginário grego, (prosa poética/ensaio). Aos 45 anos, Leminski morre em Curitiba e deixa sua escrita na memória de todos que a conheceu.